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12 de abril de 2012

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Criando O Efeito Polar Panorâmico No Photoshop

Efeito Polar Panorama é uma técnica que deixa uma imagem com 360º, parecendo um pequeno planeta. O efeito é simples se você usar um bom programa de edição. O TechTudo usou o Photoshop CS5 e uma foto de uma praia (fica a dica). Vamos ao turorial!

Passo 1. Abra sua foto no Photoshop;

Passo 2. Mude o tamanho da sua foto para 2000×2000, desativando a seleção de restrição de tamanho. Lembre-se de que para a imagem ficar com qualidade, a foto precisa ter boa resolução. Uma foto com 180dpi já está de bom tamaho pra você coseguir um resultado de imagem com qualidade.

[caption id="" align="aligncenter" width="607" caption="Aplique um novo tamanho à imagem (Foto: Isabela Catão)."][/caption]

Passo 3. Vá no Menu Imagem > Rotação e selecione 180º.

[caption id="" align="aligncenter" width="620" caption="Hora de rotacionar a imagem (Foto: Isabela Catão)."][/caption]

 

Passo 4. Em seguida, vá em Filtro > Distorção > Coordenadas Polares e deixe a opção Retangular para Polar selecionada e aperte OK.

[caption id="" align="aligncenter" width="620" caption="Como você observa na imagem acima, o próprio Photoshop se encarrega de aplicar o efeito polar panorama (Foto: Isabela Catão)."][/caption]

O efeito está pronto!

[caption id="attachment_723" align="aligncenter" width="620" caption="Efeito polar panorama (Foto: Isabela Catão)"][/caption]

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O Que você Leva Em Conta Na Hora De Comprar Uma Câmera?

No anúncio de venda de uma câmera digital, o primeiro aspecto que aparece — sempre com muito destaque — é o número de megapixels do aparelho. No entanto, esse não deve ser um fator decisivo para a sua compra.

Apresentaremos neste post com a ajuda do Tecmundo, uma seleção de dicas que podem ajudar você a escolher o melhor tipo de câmera para seu perfil, de acordo com utilização, preço, praticidade e qualidade de imagem. Confira tudo que você precisa saber antes de adquirir uma câmera digital.
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=O_6vQwg0L90]

Megapixel x Sensor

Como já explicamos em artigos aqui do Tecmundo, um alto número de megapixels não significa uma imagem com qualidade — veja em: Mais megapixels significa maior qualidade de imagem? e Mitos e verdades sobre megapixels.

Sendo assim, é o tamanho do sensor que realmente vai ajudar você a definir qual câmera comprar. Em aparelhos menores e mais compactos, o sensor não tem alta capacidade de captar a luz e transformar em imagem.

[caption id="attachment_709" align="aligncenter" width="600" caption="Nikon 1 J1 (Fonte da imagem: Divukgação/Nikon)"][/caption]

Dessa forma, ele acaba sendo responsável pela criação de ruídos na foto quando tenta trabalhar com muitos megapixels. Então, nossa primeira dica é: veja amostras de imagem antes de comprar sua câmera.

Pesquise na internet ou vá até a loja, tire fotos e veja o resultado no computador. Isso vale para todo o tipo de câmera, seja do mais simples, em smartphones, até aquele mais sofisticado, com lentes intercambiáveis.

Só assim será possível visualizar a real qualidade de imagem, descartando de vez o mito de que, quanto mais megapixels, melhor é a câmera fotográfica digital. Nesse quesito, câmeras maiores saem em vantagem. Mas também é possível encontrar boas câmeras compactas com excelente qualidade de imagem.

Lentes: zoom, macro e possibilidades

Outro fator muito importante para a maioria das pessoas que buscam por uma câmera fotográfica é o zoom. Nas digitais, existem dois tipos de aproximação: a real e a digital. Isso significa que existe um zoom falso, que nada mais é que a aproximação da própria imagem.

Nós explicamos: o zoom real tem um limite. A partir daí, a câmera utiliza o zoom digital, que é a aproximação da imagem sobre o limite do zoom real. Ou seja, é a mesma coisa que você colocar o arquivo em seu computador, utilizar o zoom e recortar a foto para obter uma imagem mais aproximada.

[caption id="attachment_711" align="aligncenter" width="600" caption="Fujifilm FinePix HS20 (Fonte da imagem: Divulgação/FujiFilm)"][/caption]

Então, não se deixe enganar quando o vendedor disser que a câmera tem um zoom de 100x, pois isso pode ser apenas o zoom digital. O ideal é testar a câmera e verificar qual é a real capacidade de aproximação. Quando é acionado, o zoom (na maioria dos casos) aparece em uma barra dividida no display da câmera. E através dela é possível visualizar a diferença entre o zoom real e o digital.

Já para as câmeras com lentes intercambiáveis (DSLR ou mirrorless, com padrão 4/3), fique atento ao fato de que será necessário comprar mais lentes — e, portanto, investir mais dinheiro — para conseguir a amplitude focal de uma câmera compacta. Normalmente, essas câmeras vêm com uma lente-padrão de 18-55 mm.

Outro detalhe para observar na lente da câmera é a possibilidade de fotografar com modo macro. Essa opção garante que você possa focar objetos menores — usualmente simbolizada por uma flor. Para quem leva a fotografia como um hobby, essa função é essencial.

[caption id="attachment_712" align="aligncenter" width="600" caption="AF-S VR Zoom Nikkor (Fonte da imagem: Divukgação/Nikon)"][/caption]

Além disso, observe as possibilidades que a câmera lhe oferece — seja ela uma câmera das linhas semi e profissional ou um aparelho mais simples. Muitas delas oferecem a possibilidade de adquirir acessórios que transformam a lente, com funções macro, teleobjetiva, olho de peixe ou grande angular.

É preciso verificar também o preço e a disponibilidade desses acessórios. Assim, você evita surpresas desagradáveis com alto custo do produto ou impossibilidade de compra no Brasil. Tudo isso pode deixar sua câmera ainda mais divertida e interessante.

ISO: capacidade de captar imagens com pouca iluminação

O ISO é mais um fator determinante para a qualidade da imagem. No entanto, ele também pode trabalhar a favor de quem prefere fotografar sem flash. Resumidamente: quanto mais alto o ISO, maior a capacidade do sensor de captar a luz e transformar em imagem — mesmo em ambientes escuros. Ou seja, quanto maior a variação do ISO na câmera, melhor.

[caption id="attachment_713" align="aligncenter" width="600" caption="(Fonte da imagem: Thinkstock)"][/caption]

O ISO também é um dos responsáveis pela criação de ruído na imagem. Quando ele está muito alto, o sensor precisa trabalhar mais para produzir a imagem, o que acaba gerando calor — que é o responsável pela diminuição na qualidade da imagem.

Mesmo assim, esse é outro fator que pode ser observado por você antes da compra, verificando qual o ISO máximo de sua câmera e se ela produz imagens com qualidade aceitável e pouca iluminação.

Flash: a importância da luz artificial

O flash é um dos fatores mais importantes na hora de optar por uma câmera digital. A primeira coisa que você precisa descobrir é a potência da iluminação artificial que o aparelho oferece. Não adianta comprar uma câmera excelente, mas com um flash muito ruim, pois isso só vai gerar irritação quando você obtiver uma série de imagens sem qualidade e com olhos vermelhos.

[caption id="attachment_714" align="aligncenter" width="600" caption="Flash SB 900 AF Speedlight (Fonte da imagem: Divukgação/Nikon)"][/caption]

Outro detalhe a ser observado é a possibilidade de acoplar um flash à câmera — opção presente em todas as DSRLs e na maioria das câmeras sem espelho, mas com lentes intercambiáveis (mirrorless). Pesquise o preço do acessório, disponibilidade e qualidade das opções que você pode comprar. Dessa forma, é possível ter uma câmera mais completa que pode ser utilizada em qualquer situação.

Consumo de energia

A câmera que você pretende comprar funciona com baterias ou pilhas recarregáveis? Esta é outra pergunta essencial. É preciso pesar as duas possibilidades. Pilhas são itens mais fáceis de encontrar para compra em qualquer lugar no qual você esteja.

Por outro lado, baterias podem durar muito mais, com carga e vida útil maior. Portanto, se puder, o ideal é comprar uma bateria extra. Mas é sempre bom pesquisar e tentar fugir das câmeras que consomem energia demais

 Tamanho

Qual é a finalidade de sua câmera? Se você deseja comprar um aparelho para viajar e levar para todos os cantos, o ideal é buscar por uma câmera digital compacta que tenha qualidade, no estilo da Panasonic LUMIX - DMC-G1KPP-K.

Um aparelho profissional ou semiprofissional DSLR pode fazer maravilhas, é verdade. Mas é preciso pensar que esse é um tipo de equipamento muito maior, mais pesado e que pode chamar bastante atenção para o turista que está fotografando tudo o que vê.

[caption id="attachment_715" align="alignright" width="300" caption="(Fonte da imagem: Thinkstock)"][/caption]

Além disso, você precisa carregar lentes e flash à parte, e não pode usar uma bolsa sem proteção se não quiser prejudicar sua câmera — o mesmo vale para câmeras da linha NEX, da Sony. Por esse motivo, é importante balancear tamanho e qualidade do equipamento, para não acabar com uma câmera grande demais para usar por aí.

Design: possibilidades e fragilidade

O design da câmera é outra característica que deve ser observada. É claro que buscamos por um produto bonito, mas não é só isso o que importa. Um detalhe interessante, que pode ser encontrado até mesmo em câmeras digitais pequenas, é o visor retrátil.

Mais do que possa parecer, ele é muito útil para captar imagens, e é um item indispensável para aqueles que levam a fotografia como um hobby. Se você puder optar por uma câmera com essa característica, certamente vai fazer uso dela.

[caption id="attachment_716" align="aligncenter" width="600" caption="Canon PowerShot G12 (Fonte da imagem: Divulgação/Canon)"][/caption]

Além disso, também é preciso observar a qualidade do material que envolve a câmera. Aparelhos feitos de um material muito frágil não são indicados, pois câmeras digitais são levadas de um lado para o outro e precisam ser resistentes a batidas e quedas.

Obviamente, temos que ter cuidado com nossa câmera em qualquer lugar, não deixando que ela caia ou que entre em contato com líquidos e poeira. Mas essas situações nem sempre podem ser evitadas e, por esse motivo, é melhor optar por um aparelho com boa carcaça.

E não se esqueça: um bom estojo é fundamental! A melhor opção é comprá-lo junto com a câmera digital, garantindo que ele sirva perfeitamente no aparelho e ainda podendo pedir um desconto na loja na hora do pagamento.

Opções para fotografar

Uma câmera com poucas opções de foto pode limitar muito a sua diversão. Na hora de escolher, verifique se o aparelho digital oferece modos de retrato, esporte, paisagem, panorâmico e todas essas opções que podem tornar seu trabalho mais fácil.

[caption id="attachment_717" align="aligncenter" width="420" caption="(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)"][/caption]

Confiar apenas no modo automático da câmera nem sempre é a melhor opção. E você vai perceber que brincar com tempo de exposição e velocidade do obturador pode ser uma atividade de criação muito interessante. Por isso, o modo manual também é sempre muito importante.

[caption id="attachment_718" align="aligncenter" width="420" caption="(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)"][/caption]

Além disso, a possibilidade de configurar o balanço de branco da imagem também é importante, para que suas fotos fiquem o mais fiel possível às cores do momento em que a imagem foi captada.

Cartão de memória

Existem diferentes opções de cartões de memória nas câmeras do mercado. Antes de comprar a sua, veja qual tipo de cartão ela utiliza e verifique a compatibilidade com leitores de cartão e outras câmeras, a disponibilidade e o preço dele nas lojas. Dessa forma, você garante que poderá encontrar facilmente cartões compatíveis, visando nunca ficar sem espaço para suas fotos.

[caption id="attachment_719" align="aligncenter" width="600" caption="(Fonte da imagem: Thinkstock)"][/caption]

Vídeos

Nossa última dica é: vídeos. Mesmo que você prefira fotografar em vez de filmar, é sempre bom garantir que você vai poder fazer bons filmes para os momentos mais engraçados e interessantes. Sendo assim, confira se a câmera pode filmar e qual é a qualidade do arquivo, optando sempre por aquelas que oferecem o modo Full HD. Além disso, faça um teste para verificar a capacidade de captação de som da câmera, pois de nada adianta ter boas imagens sem um bom áudio.

...

Essas foram as nossas dicas para você comprar uma boa câmera digital. E mais: um equipamento que se encaixa no seu perfil e atende às suas necessidades. Quando encontrar a câmera ideal, não se esqueça de uma boa pesquisa de preços. Então, é só sair fotografando!

Info: Tecmundo

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3 de abril de 2012

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Aprenda o que é e como usar o F-Stop

Por Felipe Arruda








Na hora de tirar uma foto, é importante prestar atenção não apenas no enquadramento, mas também na iluminação da cena e na quantidade de luz que deve ser capturada pela câmera. Ambientes mal iluminados, por exemplo, podem resultar em imagens escuras e sem vida. Por outro lado, caso a cena esteja iluminada demais, você corre o risco de acabar com uma fotografia tão branca que encobre detalhes importantes da imagem.

Para contornar esse tipo de situação, há uma configuração da câmera conhecida como F-Stop. No geral, esse tipo de ajuste acaba causando alguma confusão em fotógrafos iniciantes ou amadores. Felizmente, um vídeo enviado recentemente para o YouTube ajuda a decifrar os segredos por trás dessa “magia” tão assustadora. E como a narração está em inglês, vale a pena detalhar os conceitos explicados por Dylan Bennett, o autor da vídeo-aula.

O que são os números F?


[caption id="attachment_702" align="aligncenter" width="454" caption="Iris e abertura definiem a quantidade de luz capturada pela câmera"]Iris e abertura definiem a quantidade de luz capturada pela câmera[/caption]

Grosso modo, o F-Stop é uma configuração que permite controlar a quantidade de luz que entra na câmera através das lentes. Para isso, existem dois mecanismos que imitam, de certa maneira, o comportamento do olho humano: a íris, que define a quantidade de luz permitida, e a abertura, por onde a luz efetivamente entra.

Quando a abertura está grande demais, ela recebe muita luz. Quando está pequena, pouca. Para definir com mais precisão o quanto ela deve estar aberta, existe uma escala conhecida como Números F.

[caption id="" align="alignleft" width="410" caption="A escala F dobra ou diminui pela metade a quantidade de luz recebida pela câmera"]A escala F dobra ou diminui pela metade a quantidade de luz recebida pela câmera[/caption]

Com essa escala, você pode dobrar ou reduzir a quantidade de luz que será usada para a fotografia. Quando a abertura possui um diâmetro de 20 mm, por exemplo, significa que a área total de captura de luz é de 314 mm². Assim, o próximo valor da escala teria área de 628 mm² e diâmetro de 28 mm (diâmetro anterior multiplicado pela raiz quadrada de 2).

A princípio, essa escala parece ser suficiente para o fotógrafo. Caso ele queira muita luz, usa o diâmetro de 40 mm; se não, de 20 mm ou mais baixo. Mas há um porém: a escala não funciona da mesma forma para todas as lentes. Ou seja, fotografias tiradas com abertura de 20 mm, por exemplo, acabam capturando quantidades diferentes de luz, de acordo com o a lente usada pelo fotógrafo.

Como as lentes alteram os números F


[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="A lente utilizada altera a quantidade de luz recebida pela abertura"]A lente utilizada altera a quantidade de luz recebida pela abertura[/caption]

Basicamente, a abertura aumentará de acordo com a distância focal, comprimento necessário entre o sensor e a lente para que o foco da imagem esteja correto. Se ao usar uma lente com distância focal de 40 mm o fotógrafo precisa de uma abertura de 20 mm, por exemplo, ele terá que aumentar esse valor para 40 mm caso passe a usar uma lente maior, com distância focal de 80 mm. Portanto, o tamanho da abertura não é o único fator a determinar quanta luz será capturada.

No exemplo acima, podemos ver que diferentes configurações de distância focal e abertura podem resultar na mesma quantidade de luz a ser capturada. Essa quantidade, descrita na imagem com um número em azul, é o valor da escala F.

Assim, temos três valores diferentes nessa escala: o diâmetro da abertura (D), a distância focal (F) e o F-Stop (x), ou seja, a quantidade de luz capturada pela relação entre esses dois valores. Se pudéssemos estabelecer uma fórmula para isso, ela seria: F/D = x. Com base nela, é possível também calcular o diâmetro: se temos a distância focal de uma lente e sabemos quanto de luz queremos capturar, podemos aplicar esses valores à fórmula F/x = D.


Memorizando a escala F


[caption id="" align="alignright" width="379" caption="Aprenda um truque para memorizar a escala F com mais facilidade"]Aprenda um truque para memorizar a escala F com mais facilidade[/caption]

Essa última fórmula se assemelha bastante à maneira como a escala F-Stop é apresentada para o fotógrafo (f/2, f/1.4 etc). E o mais importante por trás da matemática apresentada no vídeo é entender que, quanto menor o valor do F-Stop, maior é o diâmetro da abertura, ou seja, quanto menor o F-Stop, maior é a quantidade de luz capturada.

A escala é um pouco confusa e pode ser difícil de ser memorizada. Para facilitar, Dylan Bennett apresenta um truque. Primeiro, escreva apenas os valores inteiros da escala: 1, 2, 4, 8, 16 e 32. Depois, para definir os valores intermediários, repita o primeiro número e dobre o segundo. Por exemplo, entre o 1 e 2, fica o 1.4; entre o 2 e o 4, fica o 2.8 e assim por diante. Os valores maiores, como o 11 e o 44, são arredondados e, por isso, perdem a casa decimal.

Informações finais


[caption id="" align="alignleft" width="379" caption="Lentes rápidas capturam mais luz do que lentes lentas (Fonte da imagem: )"]Lentes rápidas capturam mais luz do que lentes lentas (Fonte da imagem: )[/caption]

Com base no descrito acima, aprendemos que, ao descer na escala F-Stop, estamos aumentando a abertura e, ao subir, diminuindo-a. Assim, quando você ouvir que um fotógrafo está usando uma lente “rápida”, quer dizer que essa lente permite uma abertura grande, enquanto que uma lente “lenta” permite aberturas pequenas, restringindo mais a entrada de luz.

Sendo assim, a velocidade do obturador pode ser rápida ao usar lentes rápidas, já que mais luz está sendo captada e, portanto, talvez não seja interessante deixar o obturador aberto por muito tempo. Com lentes lentas, a velocidade do obturador deve ser maior: pouca luz sendo capturada por mais tempo.

Especificações de lentes


Com essas informações em mente, já é você é possível entender as especificações de uma lente na hora de comprar equipamentos para a sua câmera. Normalmente, as lentes indicam o diâmetro da abertura máxima permitida por ela e o número F. Sendo assim, caso você esteja em dúvida entre uma lente de 80 mm e F/4 ou uma de 55-200 mm e F/4-5.6, já conseguirá perceber que a segunda é mais lenta do que a primeira e, com base nisso, fará a melhor escolha para as suas necessidades.


via: http://www.tecmundo.com.br
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10 de março de 2012

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Quais as diferenças entre sensores FullFrame e APS-C

Para entendermos o que são sensores FullFrame e APS-C, precisamos antes conhecer um pouco do passado. O formato APS foi criado pelas principais marcas do mercado (Canon, Fujifilm, Kodak, Minolta e Nikon) com três “modelos” diferentes, são eles:

* APS-H = HDTV (Tamanho 30,2 x 16,7 mm e formato com proporção 16:9)

* APS-C = Classic (Tamanho 25,1x16,7mm e formato com proporção 3:2)
* APS-P = Panorama (Tamanho 30,2x9,5mm e formato com proporção 3:1)

Cada um tipo de filme era voltado para uma finalidade, sendo que todos possuíam duas trilhas magnéticas para áudio integradas. Os sensores APS-C possuem o mesmo tamanho (e por consequência o mesmo formato) dos filmes APS-C.

Image

 

Já os sensores FullFrame possuem essa denominação por terem o mesmo tamanho de um filme 135 ou comumente chamado de filme 35mm (Tamanho 36x24mm e formato com proporção 3:2).

O que é fator de corte (ou fator de crop)?

O que é o tal fator de corte/crop que todo mundo fala? Todos em algum momento de sua vida já se perguntaram o que é o fator de corte de uma câmera (na verdade do sensor), o fator de corte é uma coisa muito simples que muitos mitificam.

FullFrame x APS (Foto: Luciana Vieira)

Imagine uma imagem feita em um filme 35mm, o fotograma possui tamanho de 36x24mm, agora pegue este fotograma e corte-o para ficar no tamanho de um filme APS-C 25,1x16,7mm, você terá um fotograma menor e como resultado, um ângulo de visão da cena fotografada menor que a anterior.

Isto é o fator de corte que todos falam e que varia de acordo com os fabricantes, nas câmeras DSLR da Nikon este fator é 1,5 e nas Canon é de 1,6 pois varia o tamanho do sensor de acordo com o fabricante.

Para que isso serve?

Na prática, não serve para muita coisa, pois não fará diferença importante em suas fotos, porém não pense que esta informação é 100% inútil, servirá para você saber que o ângulo de visão de sua objetiva quando usada em um sensor menor será menor, seja ele APS-C ou outro qualquer menor que um FullFrame.

Sensor FullFrame (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek)Com sensor FullFrame a imagem tem um ângulo maior e pode alcançar mais objetos em volta. (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek).

Por exemplo, uma lente 50mm tem um ângulo de visão xº em uma câmera FullFrame, se utilizada em uma câmera com sensor menor com fator de corte/crop de 1,5, este ângulo de visão será menor e equivalente a uma objetiva de 75mm num sensor FullFrame.

Sensor APS-C (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek)Com o sensor APS-C, a imagem "perde" ângulo e "ganha" zoom causados pelo corte devido ao tamanho do sensor. (Foto: Reprodução/Vimeo/ Daniel Hayek)

Isso não significa que você terá uma objetiva de 75mm, você possuirá uma lente de distancia focal de 50mm, o que muda é única e exclusivamente o ângulo de visão. É como se você pegasse o negativo de um filme 35mm e cortasse, só que este corte foi feito na hora da captura pelo fato do sensor (ou filme) ser menor que um sensor FullFrame (ou filme 35mm).

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O Que É Contraluz?

Algumas pessoas "babam" em fotos de contraluz achando que é um bicho de sete cabeças, mas não é. O efeito é até mais simples do que a maioria imagina. Contraluz  é exatamente o que isso quer dizer: a fonte de luz está atrás do objeto fotografado, ou seja, na sua frente, contra você.

Imagens de silhuetas demonstram o quão interessante pode ser quebrar as “regras” da fotografia ocasionalmente. É relativamente fácil fotografar silhuetas em contraluz – muitos fotógrafos novatos fazem isso o tempo todo. Eles apenas não fazem sempre de propósito.

Aproveite a iluminação natural do outono, quando os raios solares costumam incidir de forma mais inclinada e consequentemente proporcionam um melhor ambiente para fotos em contraluz.

Você vai precisar saber controlar a luz e nada mais ficando de olho na *fotometria que, basicamente, é a medição da quantidade de luz que está iluminando o fundo, porém a luz vinda de trás do fotógrafo precisa ser nula ou bem próximo disso, caso contrário, iluminará o objeto/sujeito fotografado. Faça isso mudando (e ajustando) a velocidade do obturador e a abertura em sua câmera.

[caption id="attachment_666" align="aligncenter" width="620" caption="Contraluz ao ar livre (Foto: Reprodução/QHPhotography)."]Contraluz ao ar livre (Foto: Reprodução/QHPhotography).[/caption]

Escolha o objeto ideal

O que você deve registrar como silhueta? Se as condições de luz estiverem boas, você pode transformar praticamente qualquer objeto em silhueta, mas nem todo objeto terá uma boa aparência como uma sombra. Lembre-se que uma silhueta não tem muitos detalhes – são apenas traços preenchidos pela sombra.

Consequentemente, você deve procurar por objetos que possuam formas marcantes e de fácil reconhecimento. Um objeto complexo pode não funcionar, especialmente se você precisar ver detalhes para entender o que significa.

[caption id="" align="alignleft" width="350" caption="Escolha objetos que mesmo escuros são fáceis de identificar"]photographsilhouette_bird.jpg[/caption]

Configure sua câmera


Você pode obter bons resultados com qualquer câmera e qualquer tipo de controle de exposição. Primeiramente, desligue o flash da câmera, pois você não quer nenhum tipo de luz atrapalhando sua composição. Em seguida, ajuste o modo de exposição. Não há necessidade de ficar configurando muitas coisas também; você pode deixar sua câmera no modo automático.

Porém, o ideal seria tirar o melhor proveito da função exposição de sua câmera. Como alguns sabem, virtualmente todas as câmeras digitais ajustam a exposição quando o botão do obturador é pressionado pela metade. Isto permite que você aponte a câmera onde quer que a mesma meça a exposição e então fique “livre” para arrumar a composição da foto.

Mas e se sua câmera não possuir uma função de exposição? Então você pode tentar usar o compensador de exposição. Tire uma foto normalmente, mas ajuste a compensação da exposição da câmera (geralmente abreviada como EV) para -2 ou -3. Isto deixará a foto subexposta, deixando o objeto mais escuro. Será necessário você fazer alguns testes variando o EV até conseguir o resultado esperado.

Mantenha o foco no objeto

Claro, você também quer manter o foco e, para melhores resultados, o ideal é deixar o objeto o mais nítido possível. Se o seu objeto estiver longe o suficiente, não haverá problema, pois quando a exposição for ajustada com o fundo de luz, ela deixará o foco como infinito e você terá boas imagens. Mas se o objeto estiver muito próximo, ele estará em um alcance focal diferente do background, e sua silhueta ficará borrada.

A solução? Verifique no manual da sua câmera se existe alguma forma de selecionar a exposição e o foco separadamente. Se tiver, use esse modo para evitar que o foco busque apenas o background quando você ajustar a exposição.

[caption id="" align="alignleft" width="350" caption="Configure a câmera para obter um bom equilíbrio entre foco e exposição"]photographsilhouette_garoto.jpg[/caption]

Se isso não for possível, mude a configuração de sua câmera para foco manual e defina a focagem do objeto você mesmo. Pode não ser tão conveniente quanto uma focagem automática, mas fará uma grande diferença em sua foto.


Em ação

Agora é hora de colocar tudo isso em prática. A melhor forma de começar a fotografar uma silhueta em contraluz é posicionar-se corretamente, para que o objeto fique entre você e o fundo iluminado, como o céu ou luzes artificiais.

Aponte a câmera diretamente para a parte mais iluminada da cena e pressione pela metade o botão do obturador, para que a mesma ajuste a exposição.

Então, enquanto segura o botão do obturador pela metade, recomponha sua imagem e fotografe. Se tudo correr bem, você terá a sombra de um objeto, já que a exposição foi calculada com base no background mais claro.

Mas se o seu objeto não ficou muito bem demarcado, você pode tentar novamente dessa vez subexpondo ainda mais a imagem, utilizando o controle de exposição compensada de sua câmera.(info: PCWorld)

Podemos usar fontes de luz diferentes para fazer o mesmo efeito, mas sempre lembrando que não podemos iluminar o objeto/sujeito fotografado a partir da posição da câmera.

Passo 1. Em um ambiente externo, como uma praia, coloque o modelo em uma posição em que o sol fique por trás do fotografado;



Passo 2. Faça com que a fotometria encontre maior quantidade de luz, por exemplo, na areia ou no horizonte atrás do modelo;

Passo 3. Enquadre a foto e pronto, é só clicar!

* O que é: Fotometria é o controle da quantidade de luz que passará para o sensor da câmera ao mudar valores de abertura e velocidade.


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27 de fevereiro de 2012

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Você já conhece a fotografia em Tilt-Shift, agora vai conhecer os vídeos.







Muita gente gente já viu na internet principalmente aquelas imagens onde tudo parece ser de brinquedo não é, mas vocês já se perguntaram como são feitas essas imagens ... não?

Trata se de uma técnica conhecida como conhecida como tilt-shift, e para demostrar melhor essa técnica, estamos trazendo até vocês esse vídeo que foi feito usando ela. o filme acaba “brincando” com o tamanho aparente de carros alegóricos, belezas naturais e até dos moradores da Cidade Maravilhosa, mostrando tudo isso em uma versão miniaturizada.

 

De acordo com o perfil da produtora AD Studio no Twitter, os fotógrafos Jarbas Agnelli e Keith Loutit, da Austrália, capturaram 167.978 fotos em cinco dias de carnaval. Depois disso, as imagens foram tratadas e animadas, além de terem sido complementadas pela trilha sonora composta por Jarbas para o filme. O resultado impressionante pode ser conferido no vídeo acima.

 
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26 de fevereiro de 2012

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O SESC abre inscrições para o projeto ´´Ciclo de Fotografia``

[caption id="attachment_650" align="alignleft" width="300" caption="SESC apresenta a primeira edição do Ciclo de Fotografia"]SESC apresenta a primeira edição do Ciclo de Fotografia: Teoria, Técnica e Poética.[/caption]

O SESC abriu inscrições para o Ciclo de Fotografia: Teoria, Técnica e Poética, que tem como base teórica o trabalho do fotógrafo Henri Cartier-Bresson, no qual diz que fotografar é alinhar a mente, o olho e o coração.

Dividido em cinco módulos independentes, o curso acontece nas instalações do SESC entre os meses de março a junho deste ano e objetiva ampliar o raio de visão e ação dos fotógrafos amadores ou profissionais, sob o auxílio e orientação da fotógrafa Renata Voss e da pesquisadora de poéticas fotográficas Ana Carolina.

Renata Voss é fotógrafa e mestranda em Artes Visuais em Processos Criativos pela Universidade Federal da Bahia, já Ana Carolina pesquisa poéticas fotográficas e é doutoranda em Comunicação Social, na linha de Pragmáticas da Imagem pela Universidade Federal de Minas Gerais.

O Ciclo começa com um Café Cultural realizado no dia 28/03, às 18h, na Galeria de Arte do SESC localizada na rua Dom José Thomaz, 235. O investimento por módulo para comerciário é R$ 25,00, para conveniado R$30,00 e para os usuários R$40,00. Informações e inscrições 3216-2727 ou através do site www.sesc-se.com.br | ciclodefotografia.wordpress.com

Saiba mais sobre cada módulo.

PRÁTICA FOTOGRÁFICA: De 28 a 30 de março e 02 e 03 de abril de 2012, das 18 às 22h. Facilitadora: Renata Voss Chagas. Proposta: Permitir que os alunos desenvolvam seu próprio olhar fotográfico, através de técnicas de manuseio da câmera (obturador, diafragma, fotometria, tipos de objetivas), dos princípios e especificidades da fotografia digital, da composição fotográfica, etc. Observação: É necessário que cada aluno tenha câmera fotográfica.

PANORAMA HISTÓRICO DA FOTOGRAFIA: De 30 de abril e de 01 a 04 de maio, das 18 às 22h. Facilitadora: Ana Carolina Lima Santos Proposta: Apresentar os principais movimentos da história da fotografia a fim de torná-los fontes de referência e inspiração para a atividade fotográfica.

PROJETO FOTOGRÁFICO AUTORAL: De 21 a 25 de maio, das 18 às 22h. Facilitadora: Renata Voss Chagas. Proposta: Orientar os alunos no desenvolvimento de um projeto fotográfico autoral através das seguintes etapas: discutir a fotografia em uma perspectiva artística; apresentação e discussão de projetos pessoais dos alunos, tendo como base o planejamento, a execução, a edição e a escolha do modo de apresentação. Observação: É necessário que cada aluno tenha câmera fotográfica.

TEORIA E CRÍTICA DA IMAGEM FOTOGRÁFICA: De 04 a 08 de junho, das 18 às 22h: Facilitadora: Ana Carolina Lima Santos. Proposta: Possibilitar que os alunos pensem a fotografia sob dimensão mais profunda enquanto signo e linguagem. Para tanto, serão abordadas de formas sucintas, as teorias clássicas e contemporâneas da fotografia.

FOTOGRAFIAS EM SUAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS: De 23 a 27 de julho, das 19 às 22h. Ministrantes: Ana Carolina Lima Santos e Renata Voss Chagas. Proposta: Nesse módulo, os alunos serão apresentados à multiplicidade do universo fotográfico a partir da imersão nas obras de grandes fotógrafos, em torno das quais se discutirão as diferentes abordagens da fotografia como forma expressiva dentro das mais diversas áreas, como a fotografia publicitária, jornalística, documental e artística (com foco em projetos autorais). Serão enfatizadas, nesse sentido, as dimensões teóricas, técnicas, comunicacionais e criativas do trabalho do fotógrafo na contemporaneidade.
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